28.5.07

Fim de semana gostoso, longe da capital, da net e de todas as parafernálias envolvendo a faculdade. Pra começar me preparei pra visitar a Sibéria – manta, luvas, toca e todo o aparato de lã presente/mofando no armário desde o ano passado pularam para mala. Exagerei. A temperatura não baixou de cinco graus, e isso de madrugada, o que foi contra os tais rumores de frente polar passando pelo Estado, ao menos para o padrão Caxias. Os planos iniciais de bancar o Garfield foram por água abaixo já na sexta à noite. Que ficar em casa, enrolada debaixo das cobertas, comendo e vendo TV, que nada, show de última hora do Zé Ramalho no Sesi. Tava divertido, apesar de eu conhecer/reconhecer apenas três músicas, entre elas ‘Ôooo vida de gado, povo marcado êee, povo feliz’... E pra quem achou que sábado de manhã eu iria tirar o atraso das horas não dormidas durante a semana na na ni na não. Alguém teve a idéia genial de acordar as 8:00 da matina para ir ver uma das etapas do ‘Freio de Ouro’. Outro alguém, ainda mais esperto, ao invés negar-se terminantemente a participar de tal empreitada, num momento de insanidade temporária, aceitou. O que a gente não faz pelos amigos. Acabou que o negócio desandou, fui parar nos pavilhões para ver a prova só às 3 da tarde. Quanto ao tal freio de ouro, bem, a minha pinã colada estava muito saborosa.

No mais, madrugada na chácara com os amigos. Quentão. Pinhão. Lareira. Parque no domingo. Sinuca. Pai, mãe e mana por perto. Quase que fico por lá.

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