23.6.07

E a resposta certa é

Ta ta ta ta. Letra D babe, ou quanto mais escândalo melhor para os íntimos.
"d.) Lembra dos velhos tempos de perdida no hipermercado, conversa com a dona do restaurante e pede gentilmente pra ela chamar o nome do entrevistado no microfone. Uma coisa básica do tipo "o professor Antônio Sanseverino se encontra, atenção, o professor Sanseverino se encontra"..."
Claro que após o téti a téti com a dona do estabelecimento e a chamada no microfone ninguém respondeu. Só um senhor com cara de professor (hmn) olhou para trás com um cara de interrogação e voltou a sua leitura. Instinto jornalístico (leia-se desespero) fui falar com o homem. Não é que era o Fisher (
também professor de literatura da UFRGS)? Dai pra frente Murphy decidiu dar um folga, o professor conhecia o Sanseverino sim, eram colegas e além de me convidar para sentar (já disse que o lugar tava lotado?) se ofereceu pra ligar para ele, o que facilitou bastante a minha vida. Ligação realizada o Sansa estava chegando, problemas com estacionamento, ou algo assim. Nessa hora o mais inteligente a fazer seria aproveitar para entrevistar o Fisher também, mas admito que só consegui pensar que com todo o material bom que eu já tinha apurado se eu fizesse mais uma entrevista NUNCA que eu ia conseguir fechar a matéria só de cinco minutos. Tá, também fiquei com preguiça (quem não estiver com um fim de semestre calamitoso que atire a primeira pedra).
Quanto ao resto, o professor chegou (muito bacana, pediu desculpas pelo atraso), reconheci ele graças ao Fisher, fiz a entrevista rapidinho e aproveitei pra ficar mais uns vinte minutos conversando sobre literatura brasileira e os tempos dele de Fabico. É incrível a quantidade de gente que larga o jornalismo pra fazer letras.
Clichezão do dia: tudo acaba bem, se não está bem é porque não chegou ao fim ainda (espero).

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