14.10.07

Figuras de linguagem

Gosto de metáforas e de ironia.
A primeira, porque torna o mundo mais bonito. O narrador de a Insustentável Leveza do Ser dizia, enquanto contava a história de Thomas, que era preciso tomar cuidado com as metáforas. "O amor pode nascer de uma metáfora". Da segunda, bem, porque o universo é irônico, maldosamente irônico (e divertido).
Segundo "Fefê" (e tem épocas em que tudo se resume a uma boa e boba metáfora) é preciso viver de forma circular e para todos os lados, mantendo sempre a inocência infantil.
Basicamente, tomem sorvete com gosto, sem medo de se sujar ou ficar com dor de cabeça.
Sem ironia dessa vez.

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