2.1.08

Feliz ano Novo

Muda realmente alguma coisa do dia 1º para o dia 31?
Eu acho barbára essa história de ano novo. Não pelas simpatias (ih, certo que eu vou passar o ano todo sem dinheiro porque não usei uma calcinha amarela na virada), que até são divertidas ou pela festa (pudim de sorvete e lentilha, não no mesmo prato). Quantas pessoas não pularam com o pé direito as 7 ondas à meia noite e pouquinhos, ou jogaram champagne para trás ou suspiram/ repiraram aliviadas na mesma noite?
Gosto mesmo é do conceito. Tu pega, embala toda aquela vida velha e usada e resolve que as coisas que não deram certo nos últimos doze meses já não valem mais e ganha/ se permite uma nova chance.
Mudar não muda mas muda muito mesmo não mudando, manja?
Nessas épocas me pego pensando na vida e propondo anistias ao meu umbigo. Dois mil e sete foi um ano marcante, de coceira nos pés e mudanças. Também tive a oportunidade de conviver e conhecer pessoas muito bacanas, dessas com que a gente tem muito que aprender . Pensando agora, mudou quase tudo, das coisas bobas, como cafés-da-manhã e cortes de cabelo, às imensas e importantes, que talvez eu só consiga dimensionar direito daqui algum tempo. Só não mudou o essencial, esse é bom perceber que passa no ano sai ano continua ali.
Bem, já escrevi demais para quem sentou aqui apenas para desejar um feliz ano novo, isso significando uma vida velha, uma vida nova ou o diabo a quatro. O importante é que é uma vida. Quanto a 2008, só peço uma coisa; que venha.

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