13.4.09

Pra dizer Oi e leiam a matéria da CRT

Tenho andado distraída com milhares de coisinhas, que, se não me impedem de postar no blog - isso é vagabundagem minha mesmo -, me tomam um bom espaço. A principal delas é um jornal de bairro deverás simpático que atende por Já (percebam a inversão de valores. Calma monografia querida (sic), um dia desses eu arrumo espaço pra ti também).
Há mais de vinte anos na praça, o Já é um jornal guerreiro e independente feito por alguns jornalistas das antigas, mais por que pra eles jornalismo é igual a respirar do que pelo dinheiro (se é que alguém faz jornalismo de coração pelo dinheiro – ou mesmo em sã consciência). E como bom jornal independente, ele anda meio mal das pernas e atualmente é mais fácil encontrar a versão online do que a impressa.
Aos que ficaram curiosos, aqui vai o site do , mas a verdade é que todo esse lenga lenga é só pra dizer que saiu hoje a minha primeira reportagem com R maiúsculo pra casa.
Trata de telefonia, o que pode parecer um assunto chato à primeira vista, mas envolve uma pancada de gente e uma sacanagem maior ainda por parte do governo e das empresas envolvidas. Fora aquele gostinho de mesmo que à la Davi estar cumprindo a tal função social do jornalismo.
Como eu quero dar ibope por site também, segue só o lide da matéria. Leiam (e comentem, e espalhem, e entrem na Justiça vocês também. Tá, vocês entenderam)!

80 mil gaúchos vão à Justiça contra
calote das ações da antiga CRT


Por Paula Bianca Bianchi



Alô? Seu número de telefone é ainda do tempo da antiga CRT? Então você pode, sem saber, ter R$ 30 mil para receber de indenização de sua companhia telefônica. Isto acontece porque até 1996 o consumidor era obrigado a comprar ações da CRT para ter acesso a uma linha telefônica, o que o transformava num acionista minoritário. Mas, quando a empresa foi vendida pelo governo, os novos compradores “esqueceram” de recomprar as ações dos minoritários, hoje avaliadas em R$ 2.4 bi.

Mais, no Jornal Já - em breve, impresso.

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