6.7.09

Porto Alegre, cidade proibida

Mais essa pra lista das histórias. Tentaram me assaltar sexta-feira aí pelas 18h30 no Parcão. Se fosse na Redença - que eu prefiro mil vezes mais - até entenderia. Mas o Parcão? Não é lá que ficam os guardas que não circulam por aqui?
Eu olhava calmamente um daqueles mapas do tipo "você está aqui" enquanto um colega entrevistava um cara uns metros pro lado. Do nada apareceram dois guris de bicicleta (16, 17 anos?), me cercaram e começaram "quietinha, quietinha. Passa o celular se não te dou um tiro na cabeça". Eu, que tinha uma bela Panasonic mega muster profissional atravessada, a minha máquina compacta na bolsa, carteira e afins pensei "cumã?".
Antes que desse tempo de pensar mais alguma coisa, um dos guris começou a puxar o meu casado. Foi a gota dágua. Convenhamos, ameaças de tiros va lá, agora não tentem tirar os meus botões! Saí caminhando pro lado e gritei um sonoro "Bruno", suficiente pros rapazes optarem pelo sebo nas canelas.
Parece que as coisas já não andam tão calmas em Porto Alegre town, babe.

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