19.10.09

Tem gente que escreve com se arrotasse pérolas. Até arroz com feijão vira poesia, mas de um jeito bonito que não revira o estômago. Outros de uma forma tão seca e tocante que cada parágrafo é como um murro e você quer continuar apanhando. Eu só queria contar histórias. Ao menos era o que achava.

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