6.9.10

Informe

Então, povinho. Hoje meio que começou oficialmente o Curso do Estadão que me trouxe à Sampa city. Eu e mais 29 coleguinhas assistimos à sabatina do Serra pela manhã e passamos à tarde a cata de pautas no centro a cidade, que sabe ser bonito de uma forma cruelmente cinza. Uma mistura de "de volta aos bancos escolares" e trainee, já que daqui três meses os melhores da turma serão premiados com uma vaga no grupo.

A sabatina foi quatro quatro meia, como diria o grande Tim Maia (só tenho uma coisa a dizer sobre a biografia do Nelson Motta, Tim Maia - Vale tudo: leiam!). Durante pouco mais de duas horas os três entrevistadores pegaram descaradamente leve, chegando a levantar algumas bolas pro homem e deixando ganchos verdes neon para perguntas passarem.

Começou pela questão da quebra de sigilo da filha do candidato, Verônica, que Serra insistiu em ressaltar que deve ser tratada não como uma questão de prejuízo eleitoral, mas como um crime. Além do "somos todos Francesnildos", frase que o candidato soltou na semana passada e que foi multiplicada por todos os jornais do país, Serra afirmou que o PT é um partido que convive com esfoço com a democracia, com uma vocação francamente bolchevique, mas sem a ideologia e por aí vai.

Sabe, acho que já destravei. Borá pra matéria!

Um comentário:

Pati disse...

O Serra tá ficando engraçado.