30.8.11

Doce agosto

Agosto chega ao fim, enfim. E foi bom. Nada de desgosto nem de cachorro louco. Só bastante trabalho, aprendizado e sorriso nos lábios. Quem diria.

A parte mais bacana do jornalismo – e também seu calcanhar de Aquiles, já que não nos aprofundamos em nada -, são as diversas vidas que a gente leva. Esse mês conversei com o Paulo José e acompanhei o sequestro de um ônibus madrugada a dentro; dei um tapinha nas costas do Niemayer e fiz plantão na frente do presídio de Bangu a espera do Cacciola; subi favelas pra fazer turismo e corri atrás de entrevistados em frente a delegacia e por aí vai. Às vezes no mesmo dia.

Para setembro nem ouso esperar nada. Parece que já é primavera há muito tempo.

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