Depois da retrospectiva é hora das resoluções. Nada de ir a Marte ou descobrir a cura do câncer. Pra 2012 o plano é colocar em prática todos aqueles "semana que vem" acumulados e mais uma que outra coisa, a começar pela alimentação.
- Em 2012 quero comer menos carne e me alimentar melhor.
Pequenas porções distribuídas durante o dia ao invés do trio café-almoço-janta, isso quando rola o almoço ou a janta, fazem muito mais sentido.
Em parte pelo jornalismo, em parte pela falta do RU (restaurante universitário), passei os últimos dois anos alternando dias de alimentação exemplar com combinados de sanduíche e pão com leite e Nescau. Not helphy, not good to the environment.
Mas esses dias acabaram! Serei um ser humano exemplar, sempre com comida saudável e caseira na geladeira a minha espera e castanhas e damascos na bolsa. Acabei de voltar da feira com peixe, frutas, legumes e meia dúzia de lichias pra não perder o clima de natal. Que orgulho de mim...
A parte da carne é uma decisão de quem flertou com o vegetarianismo, mas não se viu capaz de abolir a maldita totalmente. Já pratico a redução de consumo há algum tempo e me sinto muito melhor. Se todos comêssemos menos carne -- olha, estou falando em comer menos, não nada --, os rebanhos seriam menores e por aí vai. Sem falar na crueldade animal.
Nasci sem ritmo, nunca neguei isso. Mas após morar com amigos violeiros e passar tantas noites agradáveis ao som dos piores sucessos da música nacional fiquei tentada a arriscar.
Espero que a força de vontade e a professora (nada como morar com alguém que toca violão E flauta de ouvido) compensem a falta de coordenação.
- Aprender outro idioma e estudar os que já aprendi
Cansei de ouvir as pessoas falando francês e italiano e não entender lhufas. Torre Eifell (ou de piza) que me aguarde! E, claro, já esta mais do que na hora de voltar a estudar inglês e espanhol antes que os dois fujam de vez da minha cabeça.
Porque pedalar é viver...
Sem desculpas. Tem tempo pra entrar no Facebook, tem tempo pra abrir um livro.
Caneta, papel, tá tudo aí. E a cidade é a inspiração. Não podemos nos restringir a uma ou outra forma de expressão.
E, por fim, mas não menos importante, o bom e velho:
Essa promessa é antiga... Vamos ver se sai da lista das resoluções para as conclusões.