31.1.12

Para escrever

Por Neil Gaiman,

1. Write.
2. Put one word after another. Find the right word, put it down.
3. Finish what you’re writing. Whatever you have to do to finish it, finish it.
4. Put it aside. Read it pretending you’ve never read it before. Show it to friends whose opinion you respect and who like the kind of thing that this is.
5. Remember: when people tell you something’s wrong or doesn’t work for them, they are almost always right. When they tell you exactly what they think is wrong and how to fix it, they are almost always wrong.
6. Fix it. Remember that, sooner or later, before it ever reaches perfection, you will have to let it go and move on and start to write the next thing. Perfection is like chasing the horizon. Keep moving.
7. Laugh at your own jokes.
8. The main rule of writing is that if you do it with enough assurance and confidence, you’re allowed to do whatever you like. (That may be a rule for life as well as for writing. But it’s definitely true for writing.) So write your story as it needs to be written. Write it ­honestly, and tell it as best you can. I’m not sure that there are any other rules. Not ones that matter.

Mais aqui.

24.1.12

Só mais uma espiadinha no e-mail, por favor

Minha irmã é advogada, tem 23 anos, muitos amigos, não usa Facebook nem Twitter e raramente liga o computador em casa. É uma pessoa bem melhor do que eu.

Um dos meus desafios pessoais para 2012 – assim como os de outros milhares/milhões de viciados em internet – é chegar em casa e não ligar o lap top. Simples assim. Ter consciência de que responder um e-mail horas e não minutos depois não fará tanta diferença. Notícia importante, ao menos antigamente, a gente comunicava por telefone. Por que não continuar assim?

Tenho dois celulares e, obrigatoriamente, preciso andar com os dois na bolsa. Coisas de jornalista. Mas ao menos nesse quesito sou exemplar. Acesso a rede só em caso de necessidade ou saguão de aeroporto/rodoviária sem livros na bolsa.

Já é o bastante ter o computador a espreita em casa e no trabalho. Prefiro manter o smartphone esquecido na bolsa.

Se aproxima o dia onde as pessoas irão para retiros sem conexão wireless onde passarão algumas horas, quiça dias, tremendo, sedentos por informação/interação. Opa. Acho que esse dia já chegou.

23.1.12

Ao menos o italiano e os desenhos estão saindo


Ah, as promessas de ano novo... Vamos admitir. É cedo pra dizer, mas não vou aprender a tocar violão. E a Dé não é um elefante num carrinho, o cartão que veio da Dinamarca.

5.1.12

Pão


Pra começar o ano bem. Integral e com afeto. Tá bonito ou não tá, dona Marlei?