8.5.12

Um banquinho, uma demão...

 Inspirada pelos milhares de blogs do tipo faça-você-mesmo que pipocam pela tenéti lancei olhares safados pra cima de um banquinho quebrado que esperava o caminhão do lixo aqui na frente do apê. Na dúvida, subi com o bichinho pra casa.
Já lixado e com a perna colada
  O diagnóstico não era dos melhores. Faltava uma perna e o que sobrou da tinta fazia par com rabiscos e pedaços de esparadrapo. Para completar, o banco ainda tinha um rombo na tinta com cara de incurável na parte de cima. 
Colocando toda a técnica apreendida na pré-escola pra fora
  O banquinho passou semanas na sala, a espera de atenção, e chegou a sofrer ameaças de voltar para a malfadada lata do lixo até que num desses dias de ócio criativo me peguei olhando pra ele de novo e decidi tirá-lo do mundo das ideias para o dos móveis da sala.
Primeira demão. Tá vendo o senhor rombo ai em cima?
  Passei numa ferragem qualquer e com a assessoria do atendente comprei tinta para madeira - uma latinha bem inha de esmalte sintético vermelho da Coral -, duas lixas de 80 e 100 e cola, também para madeira. A conta fechou em incríveis R$ 10.
Nem deu pra reclamar de bagunça e a casa saiu ilesa da empreitada
Comecei lixando o banco como se não houvesse amanhã até tirar quase toda a tinta antiga e os esparadrapos. Lavei com Veja multiuso, colei a perna e deixei secar.

 Depois, com a ajuda de pinceis de outros projetos -- se fosse fazer de novo acho que usaria um rolinho --, um pote plástico e um palito de madeira comecei a pintura. As instruções na lata falam em diluir a tinta numa proporção de 90% esmalte/10% solvente, mas não achei necessário.

Banquinho pronto
  Cobri o chão com jornal, mexi bem e apliquei a tinta por todo o banquinho, tentando não deixar uma camada muito grossa. De novo, coloquei o bichinho pra secar, ainda sem muita esperança de que o esmalte fosse cobrir o tal rombo.
<3
  No outro dia passei a segunda demão e voilà! Cada pincelada era um flash, tão uniforme ficou a cobertura. Não fossem as fotos seria difícil provar a origem do banco.

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