18.2.13

Sobre as memórias

Agora em Turim/Turino, depois de uma noite de sono e sonhos viajeiros, tenho pra mim que talvez a memória da Espanha que tem mais potencial de perdurar foi o fim de tarde que passei no Montjuic, em Barcelona, sentada nas escadas em frente ao museu de arte da Catalunya, ouvindo com gosto o senhor que tocava violão pra meia dúzia de turistas e desavisados que aproveitam os últimos raios de sol do dia, como se fosse a plateia mais importante do mundo. O sol ia embora ao sol das letras bonitas e tristes de Joaquin Sabina e eu olhava a cidade de cima encantada, querendo congelar o tempo.



"Yo no quiero un amor civilizado,
con recibos y escena del sofá;
yo no quiero que viajes al pasado
y vuelvas del mercado
con ganas de llorar..."




2 comentários:

Lucas Rohãn disse...

sabina? jura!? como eu digo, não é brega se for numa língua estrangeira hehehee
ó pra embalar a passagem por paris - http://www.youtube.com/watch?v=Mg6y4O-m7Zc

Paula disse...

A Dé chamou de "Reginaldo Rossi espanhol". hehe