14.3.13

Roma - chegando, saindo e dando uma voltinha

Ponte São Ângelo

Antes de cair de sola no frio alemão, voltemos à Itália.
Roma tem quase 3 milhões de habitantes, uma confusão de carros e businas e um charme que faz a gente relevar todos os quase atropelamentos.
Enfim, um cidadão, mas com a vantagem de ter oa parte das atrações históricas concentradas, o que permite que a gente caminhe alegremente de um lado ao outro, cuidando apenas a pausa para o gelatto/expresso*.
Chega-se de trem - a estação principal é a Roma Termini Tiburtina, que cai direto na boca do metrô e de várias linhas de ônibus -, bus e avião. O aeroporto Fiumicino é o mais famoso e, apesar de longe, o mais fácil de chegar já que é conectado a cidade via trem. O Ciampino, usado pela nossa amiga Ryanair, apesar de ficar a só 15 km do centro, depende de duas linhas de ônibus que saem em intervalos de uma hora da Avenida Massala, em frente a estação Termini.
Mas atenção a pegadinha. Como uma forma de concorrência "elegante", as duas empresas que vão até Ciampino por agradáveis 4 euros saem de pontas distintas da Marsala com uma diferença de 5 minutos. Ou seja, perdeu um CORRA pro outro lado.
A parte boa e ruim pra quem perde o busão é que os táxis para os aeroportos são tabelados - 40 euros Fiumicino, 30 euros Ciampino. Não tem risco de ser perder ou do cara cobrar a mais, mas também não tem chorumela.

*Pinguinho de café que os italianos tomam num gole. A qualidade do bom expresso divide opiniões e vai muito além do que nós, meros mortais, consideramos apenas tirar o café da maquininha.

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