20.11.13

Sobre quilombos e reportagens que valem a pena

Nesse dia da consciência negra, segue uma história que me deu muito prazer de apurar, sobre uma comunidade quilombola que vive há quase cem anos, quem diria, às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas, um dos metros quadrados mais caros da mui valorosa cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.


Quilombo sobrevive em meio 

a uma das áreas mais caras do Rio



(fotos e parceria do grande Mauro Pimentel)

O número 250 da rua Sacopã, no bairro Lagoa, uma das regiões mais valorizadas do Rio de Janeiro, contrasta com a opulência dos vizinhos -  um sem fim de condomínios e casas luxuosas. O portão simples, cercado de árvores, dá acesso a um terreno de 18 mil metros quadrados de área verde preservada com vista privilegiada para o Cristo e para a Lagoa Rodrigo de Freitas. Lá, sete famílias de descendentes de escravos lutam desde os anos 70 pelo direito de permanecer no local, avaliado em R$ 160 milhões.

Como eu quero cliques, fama e sucesso, deixo só esse trechinho. Mais aqui.

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