4.11.14

Pequenezas do cotidiano na redação

Converso com um assessor e comento que a firma, tem sim, sucursal no Rio, há dois anos já. Ele pede o e-mail, passo o da chefe. Ele, para variar, pede para soletrar (ter nome difícil é pré-requisito para trabalhar aqui, parece). Começo, no automático. "V, de vaca..." Ri o assessor, ri a chefe, que senta na minha frente, rio eu, que, apesar do ato falho, não costumo associá-la a nenhum ser quadrúpede. "V de vassoura, tento contornar", nem assim. Culpa do V, não minha (e menos ainda da chefe, que é V de verde de agora em diante).

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