24.4.15

A violência como rotina

O Palim tá meio tiro, porrada e bomba demais, mas é que eu só tenho feito mesmo trabalhar e estudar nos últimos tempos e o caos carioca tem pesado mais na balança que a beleza.

Essa materia nasceu de várias conversas com crianças e adolescentes durante uma caminhada no Complexo do Alemão, na zona norte do Rio.

Dessas coisas tristes de noticiar.

Crianças e adolescentes falam sobre rotina no Alemão: "Não protegem, matam"

Jaqueline, 17, já não sai de casa sozinha à noite por medo de ser confundida com um dos "homens de preto". André, 14, diz ter apanhado da polícia ao não saber responder "onde estava a boca". Ágata, 17, perdeu um primo, vítima de bala perdida. Daniel, 13, conta que a mãe o espera no portão até quando ele vai ao mercadinho na esquina. Daniela, 16, deixou a Paraíba há seis meses e já teve um amigo ferido em um tiroteio. Todos vivem no Complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro.

Mais, aqui.

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