15.5.15

Alface, ternura e uma iniciativa bacana contra a estiagem

Nem só de matérias um blog vive, mas...

Quando eu e Taís entramos na estufa em que está a horta hidropônica da escola, o professor Lúcio correu para fechar a porta por causa das borboletas. Elas, explicou, põem ovos que viram lagartas e depois novas borboletas – mas, antes disso, fazem um belo trabalho comendo toda e qualquer folha que aparece pela frente, incluindo alfaces.
Uma borboleta, de fato, aproveitou a nossa visita e entrou. Estar em um lugar que há tantas borboletas que é preciso correr para fechar a porta.
(Se estiver faltando ternura na sexta de vocês, é só dar play no belo vídeo que a Taís fez com o professor Lúcio e as crianças falando da horta.)

Escola no Rio capta água da chuva para economizar e regar horta de alunos


Estudantes do Ciep Pontes de Miranda trabalham em horta da escola
Desde o começo do ano, a produção da horta orgânica cultivada pelos alunos do Ciep (Centro Integrado de Educação Pública) Pontes de Miranda, em Senador Vasconcelos, na zona oeste do Rio de Janeiro, é regada com a água captada pela chuva. A iniciativa partiu dos estudantes que, sensibilizados com as notícias que davam conta da falta de água na região Sudeste, passaram a buscar formas de economizar na escola.
Primeiro, eles espalharam baldes para recolher as gotas que pingavam dos aparelhos de ar-condicionado espalhados pelo prédio, levados manualmente até a plantação. Depois, com a ajuda do professor Lúcio Teixeira, responsável pela disciplina de técnicas agrícolas, bolaram um sistema de captação de água da chuva que passou a ser usado para regar a horta.
(A matéria coisa e tal, tal e coisa, aqui.)

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