4.8.15

Açúcar

Sabe, tenho tentando me recuperar da dependência. De açúcar. A coisa começou inocente. Um cappuccino da máquina da redação no meio da manhã, outro depois do almoço. Um chocolatinho branco só para adoçar à tarde e a sobremesa. Quem sabe só mais um chá antes de ir embora? Quando vi, o te matinal já não vinha com meia, mas com duas colheres cheias de pó branco e o que antes era eventual virou rotina. Gli co se. A çú car. Corpinho pedindo a vida cada vez mais doce, a cintura acompanhando o rebolado, cada vez menos cintura. Mas parou. Chega dessa história, chega, liberdade, liberdade, abre as asas sobre nós! Para não dizer que metas de segunda não dão certo, começo essa na terça. Adeus às armas. Adeus açúcar desnecessário. Foi bom enquanto durou. Sentirei saudade.

Nenhum comentário: