6.10.15

Elza Soares e setembro

Pulamos setembro. Culpa/graças às férias. Foi um belo mês viajando a Colômbia sem celular e acessando a internet aqui e ali, bem pouquinho, mais para dizer a dona Marlei que a viagem ia bem e que eu seguia viva, respirando e me divertindo. Foi bom apenas ser, sem preocupações jornalísticas ou mesmo de relatar por aqui, como já fiz antes, os caminhos e descaminhos da viagem.

Para compensar a falta divido com vocês minha mais nova descoberta: o novo cd da grande Elza Soares. Me apaixonei pela Elza faz uns anos num show desses pra guardar no coração pro resto da vida no salão de atos da UFRGS.

Eu e a Débora caímos lá por acaso, sem saber muito da história ou da música da moça – já longe de ser moça há tempos, mas com uma vitalidade de fazer invejar qualquer guria de 20 anos. Estudantes interessadas na vida que éramos, topávamos qualquer parada a 1 quilo de alimentos que aparecesse. Saímos fãs para o resto da vida, depois de passar dez minutos em pé batendo palmas e gritando junto com o resto da plateia, também extasiada, pelo bis que nunca veio.

Vida longa a Elza, verdadeira mulher do fim do mundo, que já começa nos rasgando por dentro cantando à capela a primeira canção.

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