29.2.16

O carnaval desconhecido dos bate bolas

Ainda sobre carnaval, esse último post me lembrou que não compartilhei por aqui a matéria que fiz com a minha eterna dupla de reportagem Mauro Pimentel sobre os bate-bolas.  É um carnaval pegado e bem tradicional do subúrbio do Rio, mas que acaba de lado na narrativa oficial, muito pela violência que é associada a eles.
Segue um trechinho do texto. O resto, lá no site.

"Invisível", carnaval de bate-bolas mobiliza centenas de pessoas no Rio

(foto: Mauro Pimentel/UOL)

Enquanto parte do Rio de Janeiro e do país se concentram para acompanhar os desfiles na Marquês de Sapucaí e outros milhares de foliões chegam à capital fluminense para aproveitar o sem fim de blocos que tomam a cidade, um grupo vara noites nos últimos preparativos de um Carnaval que não costuma aparecer na televisão, mas mobiliza centenas de pessoas todos os anos no subúrbio carioca: os bate-bolas.
Adriano Esteves, 41, líder da "Turma da Praça", que reúne cerca de 50 bate-bolas, como são chamados os foliões que saem as ruas com o rosto coberto e roupas elaboradas que tomam conta da zona oeste do Rio e da Baixada Fluminense todos os anos no Carnaval, ainda lembra com carinho do medo e admiração ao ver os mascarados caminhando pelas ruas e fazendo algazarra.
E a história segue lá no site do trampo.

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