17.11.16

Sobre Jonas e outros 8.000 e tantos

'No dia 1º de novembro um grupo de moradores da favela Chapéu Mangueira, na praia do Leme, na zona sul do Rio de Janeiro, desceu o morro arrastando num lençol ensanguentado o jovem Jonas, 20, baleado durante um tiroteio entre criminosos e policiais militares. Eles tentaram colocar Jonas no banco de trás de um carro de polícia; os policiais, assustados, arrancaram em alta velocidade, deixando-o caído no asfalto, a poucos metros da orla. Desesperados, os moradores atiraram pedras contra um ônibus que passava por ali até pará-lo, carregaram o jovem para dentro do coletivo e o levaram até o hospital municipal Rocha Faria, no bairro vizinho de Botafogo. Pouco depois de chegar a unidade, Jonas, baleado na cabeça, não resistiu aos ferimentos e morreu.'

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